
Carta de amor
As palavras saltam da boca só para te dizer coisas de amantes e amados. Da boca, de resto, apenas beijos mudos. Nervosos.
Beijos que desejam, mesmo com o olhar brevemente tapado. Olhos que vêem apenas encantos.
Encantos que torpedos não conseguem revelar, mas que o corpo denuncia.
Corpo em enlevo que não obedece a ordens racionais. Corpo refém de ti.
Tudo em mim está reflectido no agora, no para sempre e no em ti e para ti.
Prometo-te a eternidade, o infinito e o amor mais romântico.
Prometo-te a submissão do meu querer e do meu sentir.
Rendo-me às prisões já tão alertadas por poetas e pessoas.
Rendo-me nesta carta de amor.
Quisesse eu que estas palavras levassem voz e te assaltassem os ouvidos numa melodia com memória.
Tua,
Marianne
1 Vôos dos Vizinhos:
Vizinha!
Adorei ler-te!!
Como gosto de expressar por palavras todo o amor que me vai cá dentro e me consome nas horas de distancia, de saudade...
Um beijo enorme cheio de carinho.
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