sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Carta Aberta à Joana “que tinha que ter na minha vida”



È uma carta de amor,

Podia ser para alguém de família, um amigo

Ou para qualquer ser imprescindível na nossa vida

Queria escrever tão bem que te pudesse apenas com esta carta te segurar o coração.

Queria inventar palavras ou frases, qui ças poemas que te tornassem jóia.

Queria ser mesmo um génio.


Mas tu és uma coisa que voa, és Tu, és vizinha, és também Eu.


Sabes quase de cor os porquês das minhas sobrancelhas levantadas, ou do meu sorriso atrapalhado.

Conheces os meus arranhões (que não são feitos pela Conca), tens as minhas penas e confessas o que procuro esconder.

Cantar-te-ia tantas letras que soariam melhor. Escreveria grafittis.

És o meu querido e leal diário. És a minha margarida de primavera. És aquela que compra um par de sapatos com tamanhos diferentes. És a que me perde óculos de sol de 400€. És a que me ouve cerrar os dentes em noites duras.

És Tu, a Joana que eu tinha que ter na minha vida.






_E se eu fosse puta...Tu lias?_


p.s- Obra de Nuno Machado

6 comentários:

Ana S. disse...

Saravá miuda!
É bom ter uma confidente para os bons e maus momentos. As coisas que ficam guardadas a sete chaves só nos sufocam!
Beijos

Papoila disse...

Sarava!
Que bela carta de amor! Quem não ficará feliz em recebê-la? Ando morta de trabalho e para ajudar uma gripe... das fortes.
Beijo

_E se eu fosse puta...Tu lias?_ disse...

Carta acrescentada... não é que me esqueci e deixei a carta sem o final merecido.

Melga do Porto disse...

Claro que lia…
Como li!
:-)

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Carla disse...

são imprescindíveis as Joanas da nossa vida
beijo